sábado, 17 de novembro de 2012

Capítulo 4.

Tom’s pov.
Estavamos nos arrumando para encontrar as meninas, não fomos muito ‘arrumados’, afinal, era só uma festa.
– Tô pronto! – Disse me jogando no sofá, enquanto ainda tinha que esperar as princesas terminarem de se arrumar.
– Você é rápido ein Tom! Agora espera. – Jay gritou do segundo andar.
Como sabia que eles iam demorar mais um pouco, fiquei vendo tv, na real, fiquei só passando de canal a cada segundo, o que no mínimo, era uma coisa engraçada de se fazer. Finalmente, depois de uns 10 minutos, os lindos desceram.
– ALELUIA SENHOR! – Gritei enquanto me virava pra ver eles.
Eles riram e logo todos se jogaram no sofá comigo.
– O que você tá fazendo queridinho? – Max perguntou, mexendo no meu cabelo.
– Vendo tv amor. – Disse, e logo depois todos rimos.
– Tá, que horas são galera? – Nathan perguntou. Siva olhou no celular e já eram 21h.
– 21h já! – Siva disse enquanto guardava o celular no bolso.
– Então vamos? – Perguntou Max, já levantando.
– Tá, só que temos que passar na casa da Nareesha pra buscar ela né! – Siva disse, se levantando também.
– Claro Sivinha.. Não iríamos esquecer do seu amor, nunca. – Eu disse rindo.
Logo todos levantaram e fomos de carro. Siva foi dirigindo pois era o único que lembrava do caminho pra casa da Nareesha de cor. Buscamos ela, e pra ser sincero, ela estava linda.
Todos assuviaram quando ela entrou no carro. Siva sorriu e deu um selinho nela, e logo se virou pra trás e disse:
– Queridinhos, podem parar com isso que ela é minha ok. Tratem de procurar as suas damas, agradecido. – Todos rimos, até Nareesha, até que finalmente fomos buscar as meninas.
Quando estávamos chegando, mandei uma mensagem pra Jane. Em menos de um minuto ela responde, e logo nós avistamos elas na frente do hotel. Como Jay estava na janela, abri um pouco e esmaguei a cabeça dele contra o vidro, até seus cachinhos aparecerem, e elas reconhecerem.
– Porra Tom! Doeu mano! – Disse Jay, ‘massageando’ sua cabeça, enquanto todos ríamos.
– Desculpa, desculpa. – Disse ainda rindo, e fazendo ‘carinho’ na sua cabeça, como se ele fosse um cachorro.
Jane’s pov.
Ficamos conversando por uns minutos até que finalmente meu celular vibra.
“Estamos aqui em baixo, estão prontas? xx Tom”
Sorri, li a mensagem pras meninas e respondi:
“Claro, estamos descendo!! xx”
E então saímos, deixamos as nossas chaves na recepção e fomos pra frente do hotel. Estava um pouco frio, “te disse pra levar um casaco!!” me veio na cabeça, lembrei que minha mãe óbviamente iria falar isso. Enfim, olhamos em volta, até que avistamos um carro, a janela se abre só um pouco e conseguimos ver os cachinhos de Jay, ri, avisei as meninas e fomos.
Batemos na janela, e Jay abre a porta, todos já estavam la dentro, inclusive Nareesha.
– EAI GALERA! – Disse rindo e entrando no carro.
– EAI JANE! – Disseram todos ao mesmo tempo.
– Eai gente! – Disseram Char e Mel ao mesmo tempo, e logo entrando no carro também.
– Oi meninas! – Os meninos e Nareesha disseram juntos.
Não era uma limusine, mas era suficientemente grande para todos nós, que no total éramos 9. Dessa vez sentei do lado do Max, ficamos conversando o caminho todo, ele era meio fora da casa, mas parecia ser bem ‘amigo’, sei lá, ele me passou confiança. Mel sentou do lado do Nathan.
– To prevendo um rolo ali ein Max.. – Disse rindo e apontando pra Mel e Nathan, que estavam conversando, pareciam estar sussurrando, mas enfim. Max riu e logo me respondeu:
– Poisé né.. Quantos anos tem a Mel?
– 19 também, por que?
– Opa.. Nathan também tem 19, vai rolar ein! – Ele disse rindo, ri junto.
– Hm… Mas e você, gostando de alguém? – Perguntei, olhando pra todos no carro. Tom estava conversando com Char e Jay, que estavam rindo descontroladamente, pareciam que se conheciam há anos. E Siva e Nareesha estavam conversando e ouvindo música nos bancos da frente.
– Olha.. Pra ser sincero, não sei. Mas se eu tiver mesmo, gostaria de uma ajudinha. – Ele disse, e logo depois sorriu fraco.
– Opa, estou a sua disposição! – Disse sorrindo de volta.
– Então.. – E foi interrompido por Siva, que gritou do banco da frente “CHEGAMOS”.
Pareceu que o Max ficou meio ‘bolado’, opa.
– Calma Max, eu ainda te ajudo! – Disse rindo e abraçando ele.
– A gente tem tempo. Agora vamos nos divertir né? BORA. – Disse puxando ele pelo pulso e saíndo do carro.
– Tá.. BORA! – Ele disse rindo.

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